domingo, 25 de maio de 2025

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 1 Semeando Chifre

O PRIMEIRO CHIFRE - Parte 1

Semeando Chifre

As experiências selvagens e insanas continuavam quase de forma diária, eu passava as noites em casa imersa em reflexões sobre tudo o que vinha vivenciando com Edy.  Os prazeres eram intensos, eu estava viciada, tornara-me uma dependente, sexualmente e emocionalmente dele. Era sempre eu quem o desejava, todos os dias, a todo momento, e ele, invariavelmente, me atendia com criatividade, não havia repetição, sempre havia algo novo, algo a mais a oferecer.


Meu corpo, em constante transformação, chamava ainda mais atenção, até meus pais começaram a perceber e por precaução, mostravam-se preocupados com uma possível gravidez indesejada. Minha mãe, nitidamente enciumada, tornara-se mais observadora. Já meu pai, por sua vez, mudava de comportamento, não só comigo, mas também com Edy. Talvez minha mãe estivesse provocando ciúmes.

Minha tia era a única com quem eu podia dividir certos assuntos. Ela me dava conselhos, dizendo que eu deveria manter a autoridade, o controle, mesmo sendo nova e inexperiente. Em tom de brincadeira, soltava frases como:
"- Você já deu um chá de buceta nele? Então tenha o controle. Assuma a autoridade, pede mais comprometimento, quem sabe se casarem..."

Com Edy, tudo era dinâmico e intenso, vou relatar uma situação, uma das que marcou e ainda marca a minha vida. Foi um momento de reflexão, sobre tudo o que eu tinha conquistado e como, de repente, tudo poderia ser colocado a perder.

Aconteceu quando Edy precisou viajar a trabalho. Pensando nisso hoje, percebo que tudo se desenrolou como uma prova, um verdadeiro teste de fogo. Não sei quais palavras descreveriam melhor, talvez a própria "tentação", tentando sabotar a nossa felicidade. Edy ficaria fora por trinta dias, com possibilidade de prorrogação, embora houvesse a intenção de antecipar a volta. Caso isso acontecesse, ele me avisaria.

Nossa, fiquei tão perdida com a ausência do meu amor. À noite, sentia seu aroma em meu corpo e me acabava na siririca, desejando-o intensamente. Sentia falta da sua pegada, de voltar para casa e encontrá-la preenchida com o seu cheiro, com o seu prazer.

No meio da semana, na empresa, aquele gostosão do Matheus, a tentação em pessoa, veio jogar charme para o meu lado e me convidou para o happy hour. Minha colega de trabalho insistiu para que eu fosse, e acabei cedendo, movida pela curiosidade de conhecer melhor o Matheus (sem maldade, apenas como pessoa) e quem sabe descobrir algo do passado de  Edy.

Entre risadas, chope, petiscos e conversa boa, a noite fluía, me controlei com a bebida, fiz minha média social com o pessoal e avisei que precisava ir embora. Ao sair, o gostosão veio atrás de mim e se ofereceu para me levar em casa insistiu, e acabei aceitando.

No estacionamento, ousadamente, ele me deu um beijo que me fez derreter com a sensação gostosa. Na pausa, olhei para ele sem saber o que dizer, e ele investiu em um novo beijo. Foi quando segurei as rédeas:
"- Paramos por aqui. Sou comprometida, não acho certo."

Ele se desculpou, e seguimos no carro. No caminho, insistiu em pararmos em um barzinho mais reservado, apenas para conversarmos e tirar a má impressão do beijo. Concordei, com a condição de que ficássemos apenas na conversa. Na minha cabeça, seria uma oportunidade tirar informações do passado de Edy .

Nos Bastidores do Desejo , a conversa era descontraída e extrovertida. Descobri que Matheus conheceu Edy quando entrou na empresa, já estava por lá. De forma indireta, eu ia vasculhando a vida de Edy e dele próprio. Fiquei sabendo que nunca se envolveu com as meninas do administrativo, apenas com as de serviço e produção. Teve outras, mas não se lembrava exatamente, citava que eu era vista como "cria do Edy" e segundo o pessoal, Edy estava moldando a “Leite Ninho”.

"- Desculpa, é só um apelido, para não colocar meu nome na reta. Realmente, desde a época que você entrou aqui… hoje, você tá um bucetão de gostosa e atraente" dizia Matheus. "- O Edy tá dando um trato e tanto em você, hein?" completava

Descobri que ele estava noivo. Chamei-o de “cachorro” por estar me beijando mesmo assim. Perguntei sobre a noiva e ele respondeu com deboche:

"- Deve estar dando por aí " .  disse, rindo.


Ele não levava a sério, e ficava naquela de conversas bobas, saídas vulgares que, aparentemente, “não tinham nada de mais”, resumia assim suas palavras, mas ele reforçava indiretamente que queria uma chance comigo. Pediu para eu não envolver seu nome na conversa sobre Edy, e prometi total isenção. Se lembrasse de algo mais, me avisaria, e assim a conversa seguia com a mão boba avançando a todo momento de oportunidade.


Na casa do prazer, era minha cabeça pensando como seria ele na intimidade no retorno para minha casa, avisou que precisava passar na casa dele para pegar umas coisas que levaria para a tia. De fato, havia roupas e tralhas, e até o ajudei a carregar tudo para o carro. Já dentro da residência, voltou a investir num novo beijo e, dessa vez, pegou minha mão e a levou direto ao pau dele, já exposto.

"- Você é louco? Tá pensando que sou qualquer uma que chega e já se entrega assim?"

Ele sorria e dizia:
"- Você sempre me olha, joga charme, te vejo interessada em algo...

Com habilidade, já estava com a mão na minha buceta.
"- Tá vendo só? Toda meladinha, fazendo cu doce...

Fiquei sem graça, segurando aquele pau duro que me desejava.

"- Não é grande como o do seu namorado. É pequeno, mas faz bonito também"  disse ele.




Entre a Culpa e o Gozo, meus orgasmos vinham só de imaginar as transa com Edy, era oportunidade de saber como era sentir outro homem, tentei parar suas investidas, mas o tesão falou mais alto e cedi, caindo de boca naquele pau. Chupava com desejos, tirando urros dele com facilidade. Ele me segurava, pedindo para eu parar antes que gozasse.

"- Que boca de veludo, hein. " me elogiava o gostosão do Matheus, que já preparava a camisinha na pica, e  minha cabeça cheia de pensamentos: "(Como Matheus sabe o tamanho da pica do Edy? Porra, vou fazer o Edy de corno... Edna, você é uma puta. Vai ficar falada na empresa!)"

Quando voltei a mim, Matheus já me bombava, eu toda molhada, seu pau entrava com facilidade, eu gozava pelo prazer de sentir uma rola, mesmo que não fosse como o dote de Edy,  ele me beijava e socava com vontade. Começou a tentar preparar meu cu e eu o segurei:

"- Não." falei firme.


Ele me pôs de quatro e continuou a socar, eu gozava intensamente. De repente, seu pau escorregou e, ao voltar, entrou direto no meu cu. Gozei tremendo com a invasão inesperada. Matheus me segurava e pedia desculpas, dizendo que não foi intencional. Dentro de mim, me possuía por completo, me deixando alucinada. Aquele pau não judiava do meu cu como o do Edy fazia, a adrenalina do tesão aumentava e eu me masturbava enquanto era fodida analmente.

Matheus me virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e senti ir até o fundo, até o saco. Ele chupava meus mamilos, me beijava, beijos que me faziam gozar gostoso. Como eu amo beijar… Abriu mais minha bunda e socou com força, segurando firme. Começou a me masturbar e senti seu gozo pulsando dentro do meu cu, enquanto eu gozava em seus dedos. “Nossa, que doideira...”  pensava eu.


O Peso do Segredo , nos limpamos, voltando a mim, pedi que me levasse para casa. Estava brava comigo mesma e com ele.
Dizia que tinha me tapeado, e ele ria, me elogiando.
"- Pensa se o Edy sabe disso... e sua noiva, então?"

"- Só vai saber se você contar." respondeu, selando ali nosso segredo.


Gente, pensa num arrependimento. Pois é, uma decepção total, apesar de ter gozado e ter sido melhor que bater uma siririca, meu consciente me sabotava: “Edy, me perdoa.”

Em casa, no meu quarto, minha mente repassava tudo o que fiz de errado…
... ou não ? 
 

... tudo que nunca deveria ter acontecido !!!


Ref.: 1995 #0005

(*) FOTOS DA INTERNET - IMAGENS PARA MERA ILUSTRAÇÃO - FONTE INTERNET

2 comentários:

  1. Kkkk muito puta vc em Edna , nasceu pra ser chifradeira , que loucura, fez o Edy de corno duas vezes sem ele pedir pra ser um cuckold

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    1. RS RS RS Queria eu ter o conhecimento de hoje naquela época, Edy seria um Alce rs rs rs

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